ESTE BLOG ESTÁ APOIANDO A LUTA DOS PROFESSORES MINEIROS PELO PISO SALARIAL

EM 2O11 NÃO POSTAREI NENHUM TRABALHO (Pausa em prol da luta dos educadores de Minas Gerais e do Brasil, pela valorização profissional e pela salvação da Educação pública .)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

2011... UM NOVO ANO COM NOVOS PROJETOS... um desafio: Educação de Tempo Integral

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

RETROSPECTIVA Três anos depois...


O tempo passa...






















Lembrar das carinhas assustadas de cada um...
Todos tinham 6 aninhos...
Brincaram e leram muito.
Lembram do  Cantalelê ?




Que saudades...




E das atividades com a turma da Monica?
E nossos livrinhos...
Os quadrinhos do Maurício de Sousa...
Muita diversão... e aprendizado!





CASCÃO TOCA FLAUTA.

CEBOLINHA TOCA VIOLÃO


MÔNICA TOCA TAMBOR.
ANJINHO TOCA BUMBO.
BUM... BUM... BUM...
SERÁ CHUVA?
NÃO. É O ANJINHO TOCANDO BUMBO NA NUVEM

E a Menina bonita do laço de fita? ( quantas apresentações fizemos!!!!)







As construções ...
Brincaram muito, mas não imaginam o quanto aprenderam!








E a letra cursiva?
(Tia, quando vamos escrever emendado?)
E a tia nao tinha pressa - calma, vamos devagar...
primeiro a massinha vai nos ensinar...

E depois começamos a desenhar as letrinhas...
Que sucesso!



E lá no segundo ano
recebemos  mais seis coleguinhas...






Tantas experiências...
Lembram-se das fábulas?






 

Das músicas do Rubinho do Vale...
Encantando a verde natureza e a nós!
E nesse ano
vieram a multiplicação e a divisão
tudo com feijão
pra nao esquecer não...



 Quanta coisa desenharam...
perfeitas rotas virando mapas.
Criaram  e recriaram histórias...



Combinaram... segredaram...
planejaram... fizeram contas...
e olha só ... que surpresa!






Amei a surpresa... Tanta beleza... Não queria parti-lo...
Agradeço a todas mamães e papais por tanto carinho!


Valeu a pena?
Valeu.
De todos quem mais aprendeu fui EU.
Obrigada, com certeza, a melhor pós-graduação é ter diariamente durante esses três anos letivos aprendido com vocês...





Ja sinto saudades dessa turminha espetacular que desencadeou tantas alegrias em minha profissão.




Mas estarei acompanhando a cada um, cobrando desempenho, cobrando responsabilidade... não vão ficar livres de mim, meninada!!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

DESEMPENHO DA MINHA TURMINHA NO PROALFA


Retirei os nomes dos alunos, mas a ordem permanece a mesma que usamos na sala de aula. (alfabética)

Mais uma vez.... PARABÉNS, CRIANÇAS LINDAS!!!!!!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

RESULTADO PROALFA

PARABÉNS A MEUS ALUNOS

NOSSA TURMINHA ALCANÇOU O NÍVEL RECOMENDÁVEL, APENAS UM COLEGUINHA ESTÁ NO INTERMEDIÁRIO.
RESULTADO EXCELENTE!!!!!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

QUANDO MEU ALUNO NÃO ACOMPANHA A TURMA... ALGO ESTÁ ERRADO ... TALVEZ SEJA... A DISLEXIA

Distúrbios de Aprendizagem

Quando uma pessoa tem dificuldades para ler ou para escrever, apesar de ter recebido educação apropriada, suas oportunidades de sucesso na escola e na vida são diminuídas. Freqüentemente associamos estas dificuldades com uma menor capacidade intelectual, mas o problema real pode ser um distúrbio de aprendizado.

A dislexia é um tipo de distúrbio de aprendizado que interfere na maneira como a pessoa percebe e processa letras, números e símbolos. Embora o diagnóstico de dislexia deva ser feito por um profissional, existem alguns sinais que pais e professores podem observar assim que a criança começa a aprender a ler e escrever. Os sinais mais comuns são letras e números percebidos e escritos de forma invertida ou de cabeça para baixo. Outras características são dificuldades em aprender alguns fonemas, memorizar novas palavras, problemas com a coordenação motora e dificuldades de leitura.

Se seu filho ou familiar apresenta algum destes sinais procure a professora ou orientadora educacional de sua escola. Você pode também procurar um especialista em educação nas áreas de Pedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia ou Terapia Ocupacional. Com o diagnóstico precoce e suporte apropriado estas crianças podem ter um desenvolvimento adequado, igualando suas chances de sucesso pessoal e profissional as de seus colegas.

O que é Dislexia de Leitura

Dificuldade relacionada à manutenção da atenção, compreensão e memorização e à atividade ocular durante a leitura levando a um deficit de aprendizado. A Dislexia de Leitura afeta pessoas de todas as idades, com inteligência normal ou superior à média e está relacionada a uma desorganização no processamento cerebral das informações recebidas pelo sistema visual.

Devido ao esforço despendido no processamento das informações visuais, a leitura torna-se mais lenta e segmentada, o que compromete a velocidade de cognição e a memorização, produzindo cansaço, inversões, trocas de palavras e perda de linhas no texto, desfocamento, sonolência, distúrbios visuais, dores de cabeça, irritabilidade, enjôo, distração e fotofobia, após um intervalo relativamente curto na leitura.

Embora a causa da dislexia de leitura esteja relacionada às alterações neurobiológicas no processamento cerebral, problemas oculares contribuem significativamente para os sintomas da dislexia. Estima-se que 85% de todo o aprendizado dependa das informações recebidas através do sistema visual.

A avaliação oftalmológica dos pacientes disléxicos deve ser dinâmica considerando a atividade ocular durante a leitura e o esforço contínuo de foco para longe, perto e distâncias intermediárias (quadro negro, livros e cadernos e computador), o fluxo de informações constante e a percepção e cognição cerebral.

Este fluxo deve se processar, de maneira contínua através de movimentos sacádicos e fixações que refletem o estilo de leitura de cada pessoa, e que independem até certo ponto da dificuldade do texto. O estilo de leitura é caracterizado através do DPLC - Diagnóstico Padrão de Leitura e Cognição. Por meio do DPLC, a eficiência da leitura, aprendizado e memorização são obtidos antes e após o uso dos filtros seletivos. No Hospital de Olhos, o DPLC é obtido pelo rastreamento da atividade ocular dinâmica, associada a testes da visão funcional, contraste, estereopsia e fotosensibilidade. Esses testes são sempre precedidos por laudos neuro e psicopedagógicos, já que a abordagem da dislexia de leitura é sempre multidisciplinar.

Sintomas mais freqüentes

- Sensibilidade à luz (luz do sol, luzes fortes, luzes fluorescentes, faróis, iluminação das ruas)
- Estresse e esforço ao realizar tarefas rotineiras (atividades visuais, audição, assistir TV, visualização de cores, uso de computador)
- Dificuldade na área matemática (erros de alinhamento, velocidade, exatidão/precisão)
- Distração constante (leitura, audição, trabalho, provas)
- Dores de cabeça ao ler
- Desempenho comprometido nos esportes com bola
- Dificuldade para acompanhar objetos em movimento
- Sonolência em viagens de carro ou ônibus
- Dificuldades ao dirigir durante a noite
- Cansaço/Fadiga em atividades rotineiras
- Audição “retardada”
- Baixa concentração no estudo e ao realizar provas
- Dificuldade na leitura de partituras
- Percepção de profundidade comprometida
- Déficit de Atenção
- Náuseas, tontura e dores de estômago ao ler
- Dificuldades para seguir a leitura apenas com os olhos
- Ansiedade
- Nervosismo


Tratamento

A abordagem é sempre multidisciplinar, sendo que a contribuição oftalmológica é feita em quatro etapas:

1ª Etapa:

- Entrega de questionários: Ao agendar sua consulta o paciente receberá dois questionários que deverão ser entregues no momento da entrevista inicial.

- Entrevista inicial: Ao chegar ao Hospital de Olhos o paciente receberá orientações sobre o processo de avaliação pelo qual será submetido, sendo especificadas todas as etapas do procedimento e histórico do paciente.

- Avaliação oftalmológica de rotina: Nesta etapa serão obtidos dados sobre acuidade visual, refração, retina, pressão ocular com o objetivo de afastar alterações oculares.

2ª Etapa:

- Avaliação da Função Visual: serão realizados testes psicofísicos como sensibilidade ao contraste, percepção cromática, aberrometria, encerrando assim a análise da função e processamento visuais.

3ª Etapa:

- Screening: avaliação para constatação de distorções visuais no processo de leitura pela metodologia Irlen

- Diagnóstico Padrão de Leitura Cognitiva( DPLC): Rastreador ocular para análise, medidas e identificação do padrão visual sob estímulo dinâmico com registros da movimentação ocular durante a leitura. O DPLC nos permite constatar objetivamente a eficiência da leitura do paciente.

- Avaliação da função neurovisual: Seleção e adaptação dos filtros seletivos, específicos para cada paciente.

4ª Etapa:

- Entrega dos Filtros: o paciente será submetido ao DPLC e Teste da visão cromática.

Rede de Screeners

Ao realizar uma nova consulta é possível ter acesso ao mapa da rede de profissionais habilitados para a identificação dos primeiros sinais dos distúrbios de aprendizagem.

Estes profissionais, chamados na linguagem técnica de screeners, foram capacitados por meio de cursos exclusivos fornecidos pela Fundação Hospital de Olhos e por uma equipe multidisciplinar formada por oftalmologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e psicopedagogos.

São hoje 882 profissionais das áreas de saúde e educação, de 19 estados brasileiros, que estão aptos a realizarem esta primeira triagem. Este processo consiste na aplicação de uma seqüência de testes que identificam os principais sinais dos transtornos de aprendizagem.

fonte: www.dislexiadeleitura.com.br
acesso: 01/11/2010

sábado, 10 de abril de 2010

PLANEJAMENTO ANUAL -3o. ANO

ESCOLA ESTADUAL “PROFESSOR JOSE MADUREIRA DE OLIVEIRA”

PLANO CURRICULAR DE LINGUA PORTUGUESA

TURMA – 3 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL – ANO LETIVO 2010

PROFESSORA – MARIA APARECIDA FERREIRA MORAIS

EIXO TEMÁTICO

TEMAS|

CONTEÚDOS

COMPETÊNCIAS/ HABILIDADES

DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE

Convivemos com diversas formas de expressão oral a diversidade lingüística. É fundamental o respeito à

diversidade de comunicação, conhecendo e aceitando os

dialetos e sotaques próprios de cada região.” (Guia PIP)

LEITURA

Ler, mais do que simplesmente decodificar, é atribuir sentidos, interpretar e criticar, esse é o nosso desafio. Enquanto os olhos passam pelas letras, que eles sejam mais do que olhos que conhecem as letras, as sílabas, as formas das palavras. A leitura dos

gêneros textuais tais como fábulas, contos, relatos, causos populares, em geral

sempre estiveram presentes no imaginário social, e servem de ponte entre a oralidade

e a escrita.” (Guia PIP)

APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA

“Vivemos um momento histórico de renovação: pouco a pouco, vamos

conseguindo que a língua ensinada na escola tenha propósitos e

características semelhantes aos que adotamos quando lemos e escrevemos

fora do ambiente escolar. Assim, sem abrir mão da leitura e produção de

textos como eixos orientadores do trabalho com a língua, é preciso ensinar

ortografia. E fazê-lo de uma maneira sistemática.”

Artur Gomes de Morais

COMPREENSÃO,

PRODUÇÃO e VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA

“Os alfabetizadores devem propiciar um encontro adequado entre as

crianças e os textos. Se alguns alunos chegarem a serem escritores graças à

intervenção escolar, a missão do professor estará cumprida. Caso isto não

ocorra, é dever da escola que todos que egressem de suas aulas sejam

pessoas que escrevem, isto é, sejam pessoas que, quando necessário,

possam valer-se da escrita com adequação, tranqüilidade e autonomia.”

Kaufman e Rodriguez

Ø Troca de idéias para resolução de problemas.

Ø Organização de rotinas, projetos, planejamentos coletivos.

Ø Discussão sobre variados temas, livros, filmes, etc.

Ø Relatos da vida cotidiana

Ø Exposição oral e trabalhos individuais ou em grupo.

Ø Transmissão de avisos ou recados.

Ø Dramatização de historias trabalhadas.

Ø Leitura em voz alta com entonação, como bom leitor e, em outros momentos, leitura individual e silenciosa de textos variados e de boa qualidade

Ø Desenho, pintura ou modelagem baseados na interpretação do texto.

Ø Exploração de capas de livros, títulos e imagens aliadas ao texto verbal.

Ø Exploração previa do gênero textual e para que ele serve, qual o portador, etc. e antecipação de conteúdos através das pistas textuais.

Ø Exploração previa do texto - se contém imagem, se há endereço de alguém, qual é o tipo de texto que irão ler e para que ele serve.

Ø Identificação do autor , o destinatário, quais as intenções do texto.

Ø Observação das escolhas do autor , a forma como o autor descreve pessoas, tempos e lugares, suas marcas, conectores e a pontuação do texto.

Ø Confirmação de hipóteses relativas ao conteúdo do texto.

Ø Compreensão global do texto.

Ø Leitura nas entrelinhas, fazendo inferências.

Ø Pontuação.

Ø Uso de letras iniciais maiúsculas.

Ø Concordância nominal e verbal.

Ø Acentuação das oxítonas,

Ø Uso de tempos verbais

Ø Variação lingüística.

Ø Ortografia .

Ø Uso do dicionário, enciclopédias, catálogos,

Ø Escrita espontânea.

Ø Produção de textos planejados previamente com coesão , coerência e eficácia, considerando os interlocutores e as intenções comunicativas.

Ø Revisão dos próprios textos e aprimoramento de tais.

Ø Uso da leitura para diferentes objetivos – estudar, revisar, buscar informações, lazer, etc.

Ø Participar das interações cotidianas em sala de aula, escutando com atenção e compreensão, respondendo as questões propostas , expondo opiniões em debates.

Ø Respeitar a diversidade das formas de expressão oral.

Ø Usar a língua falada em diferentes situações escolares, buscando empregar a variedade lingüística adequada.

Ø Planejar a fala em situações formais.

Ø Realizar, com pertinência, tarefas cujo desenvolvimento dependa de escuta atenta e compreensão.

Ø Valorizar a leitura como fonte de prazer e entretenimento.

Ø Identificar finalidades e funções da leitura, em função do reconhecimento do suporte, do gênero e da contextualização do texto.

Ø Realizar compreensão global do texto.

Ø Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função do reconhecimento de seu suporte, seu gênero e sua contextualização.

Ø Levantar e confirmar hipóteses relativas ao conteúdo do texto que está sendo lido.

Ø Buscar pistas textuais, intertextuais e contextuais para ler nas entrelinhas (fazer inferências), ampliando a compreensão.

Ø Avaliar afetivamente o texto, fazer extrapolações.

Ø Ler oralmente com fluência e expressividade.

Ø Ler com autonomia diferentes textos, de diversos gêneros e contextos sociais de uso.

Ø Dominar as relações entre grafemas e fonemas (regularidades e irregularidades ortográficas):

Ø Reconhecer unidades fonológicas como sílabas, rimas, terminações de palavras,etc.

Ø Dominar convenções ortográficas.

Ø Dispor , ordenar e organizar a própria escrita de acordo com as convenções gráficas apropriadas.

Ø Produzir textos escritos de gêneros diversos, adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação.

Ø Planejar a escrita do texto considerando o tema central e seus desdobramentos.

Ø Organizar os próprios textos segundo os padrões de composição usuais na sociedade.

Ø Compreender o uso da escrita com diferentes funções, em diferentes gêneros.

Ø Identificar as funções e características dos gêneros textuais

Ø Usar a variedade lingüística apropriada à situação de produção e de circulação dos textos, fazendo escolhas adequadas quanto ao vocabulário, à gramática e à linguagem.

domingo, 4 de abril de 2010



FELIZ PÁSCOA A TODOS QUE ME VISITAM!!!!!!!!!!

RECEITA DE MASSINHA DE MODELAR


POSTEI UMA ATIVIDADE PARA INTRODUZIR LETRA CURSIVA A UM TEMPO USANDO MASSINHA. PARA ATENDER A ALGUMAS COLEGAS ESTOU POSTANDO A RECEITA CASEIRA DE MASSINHA.

BOM USO!!!!!

Muitos são os objetivos ao realizar a atividade com massinha.Esta atividade que para alguns é um tempo de “amassar” com os dedinhos uma substância, tem uma enorme importância na vida escolar da criança.Dentro das Artes Plásticas é o principio básico para introdução à escultura,ou trabalhos de argila podem ter aparência de artesanato ou uma obra de Arte.Hoje podemos ver na televisão desenhos e filmes realizados com massa de modelar demonstrando o seu lugar no mercado social.

Ainda podemos notar nos objetivos:

Desenvolver a Motricidade refinada

Desenvolver a Criatividade

Perceber a quantidade da massa como forma

Poder representar e se expressar através da manipulação com a massa de modelar.


RECEITA DE MASSINHA CASEIRA

( retirado do site PROJETOS PEDAGÓGICOS DINÂMICOS)

A receita é fácil e não custa caro. Pode ser feita em casa ou na sala de aula. É bom que as crianças vistam um avental ou uma roupa que possa sofrer os respingos de tinta e os banhos de farinha que são inevitáveis.

Vamos aos ingredientes: › 1 xícara farinha de trigo › ½ xícara sal › ½ xícara água › ¼ xícara vinagre › ¼ xícara guache.

E ao modo de fazer: Misture a farinha de trigo com o sal. Aos poucos, vá acrescentando a água e o vinagre. Por último, acrescente a tinta guache. Se preferir, divida a receita ao meio e use duas cores de tinta guache, uma para cada porção de massa. Não se esqueça que ao dividir a receita ao meio, a quantidade de tinta também deve ser proporcional. Amasse tudo muito bem, até obter uma massa lisa.

Depois é só brincar!!!!

RETIRADO DO BLOG http://umeporchatdeassis.wordpress.com


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