ESTE BLOG ESTÁ APOIANDO A LUTA DOS PROFESSORES MINEIROS PELO PISO SALARIAL

EM 2O11 NÃO POSTAREI NENHUM TRABALHO (Pausa em prol da luta dos educadores de Minas Gerais e do Brasil, pela valorização profissional e pela salvação da Educação pública .)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, 
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, 
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?


Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa
   Que bom saber que minhas ideias estão sendo proveitosas! Tenho recebido diversos comentários de colegas que gostaram de minhas sugestões e, no entanto, fico sem saber se realmente foi proveitoso. É interessante que eu receba esse retorno para que eu posso avaliar e, consequentemente, rever, aperfeiçoar, pois somos seres em constante aprendizagem. Gostaria de poder  continuar em contato com os colegas que usaram as atividades sugeridas neste blog .

É muito gratificante poder contribuir!


Professora Aparecida
Aproveito para postar uma foto da visita que realizamos ao JORNAL ESTADO DE MINAS,
 em agosto/2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Colecionadores diVersos: Penso ou sinto?

Nasce um blog de meus alunos...
Muito sucesso é o meu desejo!
Parabéns, Mateus, pela iniciativa. Está lindo!

AGORA, ARRASEM!
Colecionadores diVersos: Penso ou sinto?: Eu penso no amor, mas eu sinto paixão. Eu penso no futuro, mas eu só sinto o passado. Eu penso em viver a vida, mas eu sinto que a morte se ...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

COMO DESAFIAR A CRIANÇADA A APRENDER A LER E ESCREVER


RESPOSTA ao comentário  feito à postagem  de quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Atividades com os passatempos da TURMA DA MÔNICA -III

  
EIS O COMENTÁRIO:

Anônimo disse...


Mais e as crianças que nao sabem ler e nem escrever?Vcs nao pensaram nisso né!O site é uma maravilha mais nao acho isso certo!!!
Obrigada por lerem o comentario e favor responder!
Obs. :Os alunos que passaram por essas atividades foram avaliados pelo PROALFA em 2010 e todos ficaram no nível recomendável. ( Foram meus alunos em 2008, 2009 e 2010).


Para entender melhor minha linha de trabalho, leia :

CARACTERIZAÇÃO DOS ALUNOS NOS NÍVEIS DE APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA

(http://www.centrorefeducacional.com.br,)


COMO IDENTIFICAR OS NÍVEIS DE APRENDIZAGEM EM QUE SE ENCONTRAM OS NOSSOS ALUNOS, DENTRO DE UMA PERSPECTIVA SÓCIO-CONSTRUTIVISTA?

A caracterização de cada nível não é estanque, podendo a criança estar numa determinada hipótese e mesclar conceitos do nível anterior. Tal “regressão temporária” demonstra que sua hipótese ainda não está adequada a seus conceitos. ( Leia a última postagem desse blog, especificamente para explicar essa resposta.)
Abraços, Emília Ferreiro e Ana Teberosck, para detectar o nível de conceitualização da criança, sugerem um ditado individual de quatro palavras, evitando ditar o monossílabo em primeiro lugar, (monossílaba, dissílaba, trissílaba, polissílaba) e uma frase. Em seguida, pedirá à criança para “ler” o que escreveu, com a finalidade de entender como ela “lê”.

Nas características e desafio dos níveis no processo de alfabetização, as autoras colocam que, em cada nível, a criança elabora suposições a respeito dos processos de construção da leitura e escrita, baseando-se na compreensão que possui desses processos.

Dessa forma, a mudança de um nível para outro só ocorrerá quando se deparar com questões que o nível em que se encontra não puder explicar: elaborará novas suposições e novas questões e assim sucessivamente. Em decorrência, pode-se dizer que o processo de assimilação de conceitos é gradativo, o que não exclui “idas e vindas” entre os níveis.

1. Nível 1 - Hipótese Pré- Silábica - Intermediário I
A criança:
Não estabelece vínculo entre a fala e a escrita;
Supõe que a escrita é outra forma de desenhar ou de representar coisas e usa desenhos, garatujas e rabiscos para escrever;
Demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
Supõe que a escrita representa o nome dos objetos e não os objetos;coisas grandes devem ter nomes grandes, coisa pequenas devem ter nomes pequenos;
Usa letras do próprio nome ou letras e números na mesma palavra;
Pode conhecer ou não os sons de algumas letras ou de todas elas;
Faz registros diferentes entre palavras modificando a quantidade e a posição e fazendo variações nos caracteres;
Caracteriza uma palavra com uma letra inicial;
Tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;
Supõe que para algo poder ser lido precisa ter no mínimo de duas a quatro grafias, geralmente três (hipóteses da quantidade mínima de caracteres);
Supõe que para algo poder ser lido precisa ter grafias variadas (hipótese da variedade de caracteres).
* Desafio: Qual é o significado dos sinais escritos?


2. Nível 2 – Hipótese Pré- Silábica - Intermediário II
A criança:
Começa a ter consciência de que existe alguma relação entre a pronúncia e a escrita;
Começa a desvincular a escrita das imagens e números das letras;
Só demonstra estabilidade ao escrever seu nome ou palavras que teve oportunidade e interesse de gravar. Esta estabilidade independe da estruturação do sistema de escrita;
Conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.
* Desafio: Como resolver a hipótese de que a escrita se vincula com a pronúncia das partes da palavra?


3. Nível 3- Hipótese Silábica
A criança:
Já supõe que a escrita representa a fala;
Tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
Pode ter adquirido, ou não, a compreensão do valor sonoro convencional das letras;
Já supõe que a menor unidade da língua seja a sílaba;
Supõe que deve escrever tantos sinais quantas forem às vezes que mexe a boca, ou seja, para cada sílaba oral corresponde uma letra ou um sinal;
Em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.
* Desafio: Como compatibilizar, na escrita ou na leitura das palavras monossílabas e dissílabas, a idéia de quantidade mínima e de variedade de caracteres, se ela supõe que as palavras podem ser escritas com uma ou com duas letras? E também:
- Ao ler as palavras que escreveu, o que fazer com as letras que sobraram no meio das palavras (almofada) ou no final (as sobrantes)?
- Se coisas diferentes devem ser escritas de maneira diferente, como organizar as letras na palavra?


4. Nível 4- Hipótese Silábico- Alfabética
A criança:
Inicia a superação da hipótese silábica;
Compreende que a escrita representa o som da fala;
Combina só vogais ou só consoantes, fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. Por exemplo, AO para gato ou ML para mola e mula;
Pode combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo; Passa a fazer uma leitura termo a termo (não global).
*Desafio: Como conciliar a hipótese silábica com a hipótese da quantidade mínima de caracteres? E...
- Como adequar as formas gráficas que o meio lhe propõe à leitura dessas formas?
- Como separar palavras ao escrever, quando elas não são separadas na fala?
- Como tornar a escrita socializável, possível de ser lida por outras pessoas?


5. Nível 5- Hipótese Alfabética
A criança:
Compreende que a escrita tem uma função social: a comunicação;
Compreende o modo de construção do código da escrita;
Compreende que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba;
Conhece o valor sonoro de todas as letras ou de quase todas;
Pode ainda não separar todas as palavras nas frases;
Omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
Não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
Não é ortográfica nem léxica.
* Desafio: Como entender que falamos de um jeito e escrevemos de outro? E...
- Como aprender as convenções da língua?
- Como distinguir letras, sílabas e frases?

Emília Ferreiro e Ana Teberosck, na obra Psicogênese da Língua Escrita, dizem que se entende por alfabetizada a criança que dominou a base alfabética do sistema de escrita, que lê com compreensão e escreve textos com sentido possíveis de serem lidos, mesmo que apresentem erros de ortografia.

O professor precisa levar a criança a raciocinar sobre a escrita e, para isso, ele deve criar um ambiente rico em materiais e em atos de leitura e escrita, incentivando-as. Também, deve provocar interações entre os diferentes níveis, principalmente os mais próximos. Dessa forma, o professor não precisa trabalhar necessariamente com cada aluno, mas sim lhes permitir a comunicação, que é o principal instrumento da didática da aprendizagem da alfabetização.

Isto demonstra o valor do trabalho numa classe heterogênea e o quanto ele é viável, uma vez que a homogeneidade é característica apenas dos 1ºs momentos de uma classe remanejada, pois a evolução de cada criança é pessoal.

Em todos os níveis deve-se trabalhar o som das letras do alfabeto, o reconhecimento das formas das letras e a associação grafema-fonema. “Uma mesma atividade pode servir para aluno em qualquer nível do processo, contanto que ela englobe um espaço amplo de problemas e que o professor provoque diferentemente, questões e desafios adaptados a alunos em situações desiguais dentro da psicogênese”.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

RETROSPECTIVA Três anos depois...


O tempo passa...






















Lembrar das carinhas assustadas de cada um...
Todos tinham 6 aninhos...
Brincaram e leram muito.
Lembram do  Cantalelê ?




Que saudades...




E das atividades com a turma da Monica?
E nossos livrinhos...
Os quadrinhos do Maurício de Sousa...
Muita diversão... e aprendizado!





CASCÃO TOCA FLAUTA.

CEBOLINHA TOCA VIOLÃO


MÔNICA TOCA TAMBOR.
ANJINHO TOCA BUMBO.
BUM... BUM... BUM...
SERÁ CHUVA?
NÃO. É O ANJINHO TOCANDO BUMBO NA NUVEM

E a Menina bonita do laço de fita? ( quantas apresentações fizemos!!!!)







As construções ...
Brincaram muito, mas não imaginam o quanto aprenderam!








E a letra cursiva?
(Tia, quando vamos escrever emendado?)
E a tia nao tinha pressa - calma, vamos devagar...
primeiro a massinha vai nos ensinar...

E depois começamos a desenhar as letrinhas...
Que sucesso!



E lá no segundo ano
recebemos  mais seis coleguinhas...






Tantas experiências...
Lembram-se das fábulas?






 

Das músicas do Rubinho do Vale...
Encantando a verde natureza e a nós!
E nesse ano
vieram a multiplicação e a divisão
tudo com feijão
pra nao esquecer não...



 Quanta coisa desenharam...
perfeitas rotas virando mapas.
Criaram  e recriaram histórias...



Combinaram... segredaram...
planejaram... fizeram contas...
e olha só ... que surpresa!






Amei a surpresa... Tanta beleza... Não queria parti-lo...
Agradeço a todas mamães e papais por tanto carinho!


Valeu a pena?
Valeu.
De todos quem mais aprendeu fui EU.
Obrigada, com certeza, a melhor pós-graduação é ter diariamente durante esses três anos letivos aprendido com vocês...





Ja sinto saudades dessa turminha espetacular que desencadeou tantas alegrias em minha profissão.




Mas estarei acompanhando a cada um, cobrando desempenho, cobrando responsabilidade... não vão ficar livres de mim, meninada!!!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

DESEMPENHO DA MINHA TURMINHA NO PROALFA


Retirei os nomes dos alunos, mas a ordem permanece a mesma que usamos na sala de aula. (alfabética)

Mais uma vez.... PARABÉNS, CRIANÇAS LINDAS!!!!!!!

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